Olá, veja o video da minha exposição de pintura, na Biblioteca Municipal de Portalegre, intitulada «Fragmentos de Portalegre» Nota: As musicas de fundo, são igualmente de minha autoria. Espero que gostem, Sejam bem chegados que serão bem recebidos! :)
Clic no link acima para visualizar o video.
José M. Silva
sábado, 1 de março de 2014
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Apresentação do livro «As Sombras»
Tenho o prazer de convidar V. Exa.
Para participar na apresentação
do meu livro de poesia, intitulado
«As Sombras»
O evento terá lugar, no salão nobre
da Biblioteca Municipal de São Lázaro.
Sito: rua do Saco, 1 - 1169-107 Lisboa,
(Freguesia da Pena)
Conto convosco :)
José M. Silva
Para participar na apresentação
do meu livro de poesia, intitulado
«As Sombras»
O evento terá lugar, no salão nobre
da Biblioteca Municipal de São Lázaro.
Sito: rua do Saco, 1 - 1169-107 Lisboa,
(Freguesia da Pena)
Conto convosco :)
José M. Silva
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
A bondade da água ou o caminho do pão!...

Acrilico s/tela
Med: 50x70cm
Autor: José M. Silva
As janelas fazem transparecer
um mundo tão permanente e efémero,
quanto a mulher de vermelho.
Esta espelha o seu modo de graça
divino e materialista.
A multidão apressada esconde, o olhar,
do olhar inocente!
O comerciante mostra-se apreensivo,
com os hóspedes de rua.
E, os anjos de branco, filhos do homem
que não soube o que é ser criança.
Esperam a bondade da água ou o caminho do pão!
Votos de feliz Natal e feliz Ano Novo!
José M. Silva
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Fantasmas sem rosto

Titulo: Fantasmas sem rosto
Acrilico s/tela, dim: 30 x 40 cm
Autor: José M. Silva
Nota. Na tela original, o mendigo tem a cara tapada.
Alteração feita após a foto.
O traço foge-me nas palavras.
Aquelas que recordo um dia ter dito, lido ou ouvido
num qualquer botequim de rua ou bar de esquina!…
Recordo o instante, o gesto, a mão, o rosto
e guardo tão vivo quanto vivo esta vida de mito.
Crente em coisa alguma, aguardo
o traço pesado e sombrio, que embalo
neste medo, que me crucifica o corpo e a alma.
As forças esvaecem-se, o pão é uma utopia.
A minha casa não tem portas nem janelas.
Lavo-me da morte e da corrente que me assola as vísceras!
E, o traço foge-me nas palavras errantes,
no redesenho dos fantasmas sem rosto.
José M. Silva
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
A água faz transparecer a nudez
domingo, 15 de agosto de 2010
Bem... a tinta estava a dar as últimas mas...
Esboço para a exposição que vou
apresentar no próximo mês de Outubro,
no Clube Literário do Porto, intitulada:
Combate à pobreza e à exclusão social.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A mulher do meu poema

Pintura digital
Autor: José M. Silva
A mulher do meu poema
apareceu ao cair da noite
vestida de branco, inundada de amor.
Entrelaçou os seus dedos imaginários,
abriu-me os olhos e percorreu-me o corpo.
Enlacei o seu corpo desnudado,
ancorado na penumbra
dei-lhe um beijo roubado.
Recriei-a no tempo
reproduzi-a no espaço.
No espaço !.. Das noites e dos dias.
A mulher do meu poema
apareceu ao cair da noite.
Tocou o meu pensamento,
sentiu o meu desejo,
ouviu o meu segredo,
Abraçou-me e mergulhou
nas profundezas.
Prendeu-me nas algas
e levou -me ao fundo do mar.
Mostrou-me tesouros submersos, casulos e corais.
No espaço !.. Das noites e dos dias.
A mulher do meu poema
apareceu ao cair da noite.
No espaço !.. Das noites e dos dias.
José M. Silva
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